quinta-feira, 12 de junho de 2014

Existe "Namoro Moderno"?


Hoje é o Dia dos Namorados. E assistindo a uma tonelada de propagandas na mídia, me veio uma questão: "Será que o namoro está mais moderno"? Particularmente estranho um pouco quando escuto isso, pois acredito que as pessoas confundem liberdade ou quem sabe, a sua própria individualidade com modernidade. Já escutei muitos casais divulgando que são "modernos" porque permitem que sua parceira saia com amigas sozinha uma vez por semana ou "deixam" o parceiro jogar bola com os amigos no sábado de manhã. Veja, isso não é modernidade. Isso é respeitar o espaço do seu companheiro na relação. Impossível você compartilhar o tempo todo os momentos da sua vida com o seu companheiro e vice-versa. Cada um, em algum momento, terá seu próprio espaço e participará de núcleo social em que você não estará, seja no trabalho, na faculdade, e etc..

E não tenho dúvidas o quanto é saudável que as pessoas preservem seus próprios espaços, afinal namorar, noivar, casar, não devem ser encarados como uma prisão e sim como uma transformação, um amadurecimento. Dividir uma vida ou o seu tempo com alguém é algo muito sério porque implica investimento emocional. E claro, quanto menos maturidade você tem, maiores serão as chances de dar errado uma relação, afinal maturidade é auto conhecimento e se você não se conhece, como poderá oferecer o melhor de si para o outro?

Aquela história de que ninguém é de ninguém, procede. A única pessoa que te pertence é você mesmo. E se quiser prender alguém a você, sinceramente, só conseguirá através do cultivo de sentimentos positivos que levem ao amor. E qual a receita? Buscar o crescimento a cada dia como pessoa e usar cada dificuldade, cada conflito, como uma aprendizado para ser melhor. Como diz sabiamente o Quintana, é preciso deixar seu jardim bonito para as borboletas aparecerem...  

Não acredito que as relações e o amor propriamente dito esteja mais moderno...No século passado e neste século, as pessoas que amam se comportam da mesma forma, afinal  querem estar juntos e compartilhar bons momentos da vida com o seu parceiro. E quanto a esses casais que são mais liberais? Sim, não tenho dúvidas que há relações com regras mais flexíveis e que não seguem o protocolo tradicional, e pasmem, dão certo! Porém é importante advertir que, para ter esse tipo de relacionamento, é muito importante que o casal tenha muita maturidade, pois poderão colocar em risco a sua própria relação em consequência de atitudes ou regras mal pensadas. É fundamental que as pessoas respeitem suas limitações e que em muitos momentos poderão "não aguentar" as consequências de uma relação mais liberal.

Mas, inevitavelmente, o  que realmente mudou é que hoje com toda a tecnologia disponível e as redes sociais bombando, as pessoas conseguem se achar e se comunicar de forma mais ágil, e claro, conseguem obter o perfil completo do seu amado em segundos pela web... Humm, e ás vezes isso dá uma encrenca! 



(FONTE: TIRINHA TIRADA DO SITE http://meme.yahoo.com/comunicadores/p/vFEaRf0/)

Amor moderno? Sinceramente, apesar de apreciar todos os avanços tecnológicos, neste caso espero que a receita não mude. Afinal quem ama sabe o quanto é bom ter esse sentimento e não troca ele por nada nesse mundo!

Feliz Dia dos Namorados!

Um abraço,
Milene Rosenthal

sábado, 7 de junho de 2014

Bem-vindo(a) a Era do Relacionamento!

Imagine que você está numa festa de confraternização da sua empresa em um sítio de propriedade do Diretor da sua área. Neste momento todos estão com suas famílias, e o clima é de descontração, afinal todos estão rindo e relembrando fatos engraçados do dia-a-dia do escritório. O seu Diretor, que é um homem muito competente e admirado por toda a equipe, está interagindo com todos, e aparentemente muito feliz com a situação. Em um determinado momento, a esposa do seu Diretor chega ao lado dele e faz um comentário ao pé do ouvido, e os dois iniciam uma pequena discussão que vai aumentando de volume...o pessoal começa a se olhar e o silêncio impera....a discussão fica séria, e parece que os dois estão muito irritados um com o outro. A esposa do seu Diretor fala mais alguma coisa, e sai andando...e de repente....o seu Diretor puxa a esposa pelo cabelo, derruba-a no chão e começa a socar o seu rosto! Todos entram em pânico, e tiram ele de cima dela. Final da história: um nariz quebrado, um Diretor de Negócios disponível no mercado, e claro, muito assunto para o almoço de segunda-feira!

E se você acha que eu inventei essa história, está muito, mas muito enganado! Quem me relatou foi uma colega da área de RH que inclusive estava nesta confraternização. E depois de contar toda essa história, obviamente ela não deixaria de fazer aquele comentariozinho tradicional e muito popular: “Mas como pode, um homem daquele nível ter feito isso? Nunca imaginei que essa pessoa seria capaz de ter uma atitude dessa! E ainda na frente de toda a equipe!” Pois é, não só pode, como fez!

Ao longo da minha carreira tenho percebido que muitas pessoas, com aparente maturidade e bom nível intelectual, tem gerado situações adversas e que acarretam consequências muito negativas, e até mesmo estragos irreversíveis. Acredito que a maioria destas pessoas agem dessa forma por não terem um equilíbrio emocional adequado e principalmente, por não possuírem uma maturidade psíquica que possam lhe dar suporte em momentos críticos ou de intensas dificuldades. Mas porque isso acontece? As pessoas ao longo da vida não deveriam amadurecer? Não deveriam ter mais experiência por terem passado por diversas situações? Infelizmente, na realidade, esse processo é muito mais complexo e apesar de estarmos num momento de grande avanço tecnológico e com menos barreiras na área da comunicação, as pessoas estão esquecendo de desenvolver algo fundamental : o autoconhecimento.

Resumindo: não adianta melhorarmos as ferramentas de comunicação, e nos alimentarmos cada vez mais de conhecimentos se não cuidarmos e olharmos para dentro de nós mesmos e entendermos como, quando e aonde querermos chegar!! E se não conseguirmos deixar isso claro, todas as ferramentas e o conhecimento aprendido terão um efeito contrário: irão gerar sofrimento ao invés de satisfação. Quer um exemplo prático? Hoje no mundo existem milhares de pessoas que são viciadas em internet e são tratadas exatamente iguais a um dependente químico..Mas calma aí...a Internet não é facilitador da comunicação, algo essencial nos dias de hoje e possui um mar de conhecimento e de cultura? Como pode fazer mal a uma pessoa? Pois é... Se a pessoa não tiver uma boa estrutura emocional que a faça entender que a Internet tem uma função de agregar valor e não de ser o valor central em sua vida (preencher alguma carência) poderá se perder e criar uma dependência, seja ela direcionada para sites de relacionamento, de games, de sexo e por aí vai.

Se conhecer é fundamental! É o começo de tudo! Ter uma boa percepção de si mesmo, aumentarão as chances de prever quais serão os possíveis comportamentos e reações que você poderá ter dentro de uma situação, e assim optar por escolhas mais corretas. Entretanto, perceber a nossa realidade interna é uma tarefa relativamente difícil, pois temos algumas resistências, e ao mesmo tempo é necessário um constante exercício de diálogo interno e reflexão. Infelizmente percebo que as pessoas "vão" vivendo, errando e não aprendendo. Repetem inúmeras vezes comportamentos que lhe trazem desconforto e que muitas vezes afetam de forma negativa outras pessoas. E a saída na maioria das vezes é transferir a responsabilidade para o outro, e assim se isentar da responsabilidade em assumir o erro.

A psicoterapia é uma excelente alternativa e a mais eficaz para quem busca o autoconhecimento. Infelizmente, no Brasil, não existe uma cultura, um tradição, em fazer terapia. Os motivos são diversos, mas acredito que a maior barreira é o preconceito, pois buscar um Psicólogo traz a sensação para muitas pessoas de algo muito sério, e relacionado a loucura....É uma pena, pois a terapia nos dá a oportunidade e as ferramentas certas para explorar e conhecer o nosso “eu”.
Alguns filósofos e cientistas definem a época atual como a “Era do Conhecimento”...mas tenho que discordar, pois esta Era já ficou para trás! A geração passada e atual sabe o quanto é importante estar ligado em tudo, e estar sempre atualizado...já faz parte do nosso “DNA” e da sobrevivência. Hoje temos um fácil acesso ao conhecimento, pois a internet facilitou a nossa vida, e mesmo sem ela, existem milhares de bibliotecas, centros de pesquisa, livrarias, que podem nos suprir. Resumindo, não há desculpa! O conhecimento está aí, pronto e disponível para ser apredido a qualquer hora....Mas no meu entendimento, o grande desafio no momento atual é saber se relacionar..e a qualidade das relações que você estabelece dependerá do nível de autoconhecimento que você tem de si mesmo. Por isso acredito que estamos na ERA DO RELACIONAMENTO, afinal, você pode ter todo o conhecimento do mundo, mas se não conseguir expressá-lo e utilizá-lo da maneira correta, não lhe servirá para nada!

Autoconhecimento e relacionamento andam juntos....as pessoas que não se conhecem bem, dificilmente terão um bom relacionamento com os outros. Se relacionar é de certa forma abrir uma porta para conhecer uma nova realidade, e inevitavelmente implica em alguma transformação, mesmo que seja mínima. Ao entrar em contato com outra pessoa, você sairá diferente, pode ter certeza!
Quando não se tem uma boa percepção de si mesmo, há uma tendência das pessoas se relacionarem não com o outro, mas com as expectativas que foram criadas em cima do outro...e aí começam os problemas! Escutamos o que queremos escutar, vemos o que queremos enxergar e a realidade fica cada vez mais distante...e quando ela chega...que susto! Dor e muita frustração! Hoje escutamos muito sobre o conceito de que “relacionar-se é a base do sucesso”e o quanto é importante desenvolver o famoso “networking”. Concordo e sou uma incentivadora de todas essas idéias, mas se você não conseguir gerar uma boa imagem e deixar um rastro positivo, tudo isso poderá virar contra você. E não há receitas milagrosas....sem se conhecer não poderá ser autêntico e apresentar ao outro o que melhor há em você!!! E mais, como você pode se propor a conhecer alguém se não se conhece primeiro? Lembre-se que no processo de conhecimento você irá perceber o outro com o seu próprio olhar...e muito provavelmente irá gerar preconceitos baseados em suas vivências anteriores... e se o filtro estiver muito prejudicado poderá julgar de forma errada e assim perder uma boa oportunidade de agregar pessoas interessantes à sua vida. Em qualquer lugar que esteja, olhe ao seu redor e evite fazer pré-julgamentos, e sempre esteja aberto a conhecer novas pessoas.

Abaixe suas defesas, e antes de julgar, conheça primeiro!
Uma relação para existir necessita de duas pessoas, e assim, ambas são responsáveis pelo fracasso ou o sucesso desse relacionamento. Há uma tendência natural, e de certa forma uma defesa, de responsabilizar o outro por tudo que ocorre.....mas não se esqueça que para o outro agir de uma determinada maneira com você é porque em algum momento você estimulou ele a pensar dessa forma ... Um relacionamento pode estimular algo que já existe dentro de você, mas NUNCA o outro será responsável pelo que você é, e pelas escolhas que você faz.....Afinal é muito mais fácil culpar e responsabilizar o outro do que olhar para dentro de nós e assumir que fizemos escolhas erradas...Vilão e Mocinho são papéis que não combinam no mundo das relações! Neste mundo, as palavras básicas são "ação e reação".

E concluindo, espero que o Diretor de Negócios (da história acima) e sua esposa (ou agora ex!) tenham amadurecido com essa experiência, e que as pessoas que conheceram e estiveram presentes nesta situação, reflitam e olhem para dentro de si....afinal qualquer indivíduo que, não tem um conhecimento básico sobre as suas limitações e dificuldades, poderá estar produzindo uma bomba interna e que poderá explodir a partir de uma pequena faísca....
Decida ser você mesmo! Explore você e se conheça cada vez mais... e lembre-se que a felicidade não está no outro, mas em nós mesmos!

Um abraço,
Milene Rosenthal

domingo, 11 de maio de 2014

Os principais desafios das mães modernas da atualidade



Apesar de todas as evoluções e mudanças que ocorreram nas últimas décadas com relação à participação ativa da mulher no âmbito profissional e social, ser mãe ainda é amar incondicionalmente os seus filhos. Isso não muda e jamais mudará. Mas, certamente, as mães do mundo atual possuem uma série de características, comportamentos e ações diferenciados, afinal, o “educar” também precisou se adaptar às expectativas e necessidades dessa nova geração.
De acordo com Milene Rosenthal, psicóloga e fundadora do Psicolink - site pioneiro no Brasil dentro do segmento de orientação psicológica online -, uma das principais características das mães atuais é ter muita flexibilidade no seu dia-a-dia, buscando constantemente o equilíbrio para conseguirem realizar todas as tarefas de sua atribulada rotina, mas claro, priorizando os filhos e a vida familiar.  “Ser mãe nos dias de hoje não é uma tarefa fácil. É necessária uma alta dose de paciência e dedicação para conseguir conciliar todas as atividades diárias, pois a mãe moderna trabalha, educa, acompanha e participa ativamente da vida dos filhos”.

Com relação as diferenças entre as mães de antigamente é que estas tinham a casa e a família como principais atividades, conseguindo, desta forma, mais tempo de dedicação para os filhos. Entretanto, por estarem em outro momento social e terem como referência a educação que receberam, a base era a imposição constante das ideias, sem muito espaço para o questionamento. Já as mães de hoje não se dedicam 24 horas por dia para os filhos, mas, apesar deste tempo reduzido, por estarem sempre bem informadas e atualizadas, conseguem também contribuir bastante com a formação intelectual dos mesmos. “Uma outra diferença marcante é que a disciplina é passada de uma forma orientativa, além de existir um espaço maior para o questionamento e diálogo familiar”, afirma Milene.

Quanto à educação, a psicóloga informa que existem muitas discussões sobre essa questão, pois hoje existem diversos modelos aplicados por escolas e educadores. Em cada um deles existem aspectos positivos e negativos. Entretanto, independente de qual seja a metodologia, as escolas e os pais precisam se adaptar às mudanças sociais e entender como essa nova geração enxerga o mundo e quais são suas necessidades. “É preciso adaptar e flexibilizar a educação dentro e fora da escola e, claro, incentivar cada vez mais a participação dos pais no mundo escolar”, ressalta Milene.
Entre tantos desafios a serem enfrentados, o equilíbrio pode ser a chave do sucesso para essas tantas mulheres e mães.  Milene explica que o equilíbrio, neste caso, não quer dizer somente organizar e atender de forma eficaz a rotina do dia a dia, mas também, cuidar do lado emocional e do próprio crescimento pessoal. “Não adianta ter a vida dos filhos organizada, falar vários idiomas, ser bem sucedida, mas ser infeliz e não estar bem consigo mesma. O equilíbrio também quer dizer a busca da satisfação interna”.
Aceitar a escolha de conciliar ser mãe e profissional, ter pessoas confiáveis para ajudar com as crianças, organizar a rotina, valorizar os momentos e participar da vida do filho são algumas dicas que Milene Rosenthal disponibiliza para as mães viverem melhor e otimizarem seu tempo de forma mais eficiente.

sábado, 3 de maio de 2014

Quais as técnicas mais modernas de seleção de pessoas?

Especialista lista seis diferentes técnicas na hora de selecionar candidatos

Editado por Camila Lam


Quais as técnicas mais modernas de seleção de pessoas?
Respondido por Othamar Gama Filho, especialista em gestão de pessoas
As velhas entrevistas de seleção de profissionais continuam as mesmas e as percepções do profissional de Recursos Humanos ainda são decisivas. Na maioria das empresas, a verdadeira seleção acontece no momento da entrevista.
A técnica mais moderna de entrevista, seria a brain teaser (um tipo de entrevista quebra-cabeça) que foi desenvolvida por empresas de tecnologia dos Estados Unidos. O recrutador faz perguntas ao candidato que não exigem respostas corretas, mas testam a criatividade e a capacidade da pessoa em encontrar uma solução rapidamente. Um exemplo: “Se você pudesse juntar dois estados brasileiros, quais seriam e por quê?” ou “Por que os bueiros são redondos?”.
No entanto, há novidades nas ferramentas utilizadas antes do candidato chegar até a entrevista. Veja algumas:
Simulações e jogos online: buscam identificar o comportamento do candidato por meio de atitudes mensuráveis nas tomadas de decisões durante o game. Há um software utilizado por uma grande rede norte-americana de hoteis que exige que o candidato atue como um gerente hoteleiro virtual. O personagem tem tarefas que vão da compra de suprimentos até a definição do número de atendentes em operação durante o expediente do dia.
Análise de gestor ideal: também conhecida como, Manager Matching, que procura identificar pontos de aderência entre o colaborador e seu futuro gestor. O objetivo é que coordenadores possam buscar colaboradores com habilidades semelhantes ou complementares, resultando em uma equipe alinhada e unida. Este tipo de técnica pode aumentar significativamente a assertividade da contratação.
Sistemas de simulação de software e de programação: validam na prática se o candidato realmente sabe utilizar um determinando software ou programar em uma determinada linguagem.
Ferramentas de análise de voz, dicção e gramática por telefone: muito utilizadas nos processos seletivos de cargos de atendimento ao cliente.
Avaliação do rastro social on-line: ferramentas que analisam a interação do candidato em diversas redes sociais e procura tanto por pontos positivos como negativos do seu histórico on-line.
Entrevistas online: estas podem ser feitas a qualquer hora do dia, dentro de um prazo estipulado pelos recrutadores.

sábado, 19 de abril de 2014

EDUCAÇÃO EFICAZ: RECEITAS ANTIGAS NO MUNDO MODERNO

Resolvi escrever este post após receber diversos emails de pais com dúvidas sobre a educação de seus filhos. Como eu não conseguiria responder a todas as questões, reuni alguns pontos que acho importante serem observados quando estamos no papel de educadores. É importante ressaltar que cada família tem seu perfil e sua própria rotina e por este motivo busquei oferecer dicas mais gerais. Fique a vontade para comentar e compartilhar suas ideias!
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Educar é um processo que não tem uma receita pronta, pois os filhos não chegam com um manual, afinal aprendemos com eles na prática, no dia-a-dia e com os conflitos e as dificuldades que cada fase do desenvolvimento infantil apresenta aos pais.  Esse é um tema polêmico que gera muitas dúvidas e claro, tira o sono dos pais.

Em muitos momentos os pais têm dúvidas se estão agindo certo e quando algo dá errado logo vem o sentimento de culpa. Entretanto, a criança carrega as próprias respostas para essas dúvidas através das suas atitudes e comportamentos (sejam elas positivas e negativas), pois indicam se os pais estão no caminho certo. Por exemplo, a agressividade repentina de uma criança ou até mesmo o isolamento podem indicar algum problema no convívio familiar.

Para alguns pais, existem situações onde é muito mais cômodo ser permissivo ou até mesmo ignorar uma situação onde o filho está agindo de forma errada, afinal, ter paciência e ser firme exigem uma dedicação extra, onde os pais precisam doar uma boa parte do seu tempo. Existem inúmeros perfis de pais, desde os mais permissivos até os mais autoritários, e cada um, através do seu estilo, tem como objetivo propiciar a melhor educação para seu filho.

Entretanto, para um bom resultado, é fundamental que o bom senso predomine nas atitudes com os filhos. Punir ou ser permissivo demais poderá ser prejudicial. O equilíbrio  e a razão são ótimos aliados quando os pais precisam tomar uma decisão sobre a educação de um filho. 
Adicionar legenda

Educar realmente dá trabalho! Porém, apesar de não existir uma receita pronta, existem algumas regrinhas básicas que poderão ajudar (e muito!) na educação dos filhos e propiciar um lar mais harmonioso e feliz. Lembre-se que além das dicas abaixo, ter MUITA PACIÊNCIA, PERSEVERANÇA, DIÁLOGO E AMOR, são ingredientes fundamentais para atingir o sucesso.

Seguem 5 dicas básicas  que não podem faltar na educação dos filhos:


1)    PLANEJAMENTO E OBJETIVO: Como qualquer processo, a educação de um filho precisa ser planejada, onde os objetivos precisam estar claros. Agir sem propósito poderá gerar um vazio e conflitos desnecessários. Quando tomar uma atitude tenha certeza de que a intenção é realmente de educar. Não desgaste a sua relação ou despeje as suas próprias frustrações nos seus filhos. Tenha claro o motivo que estão levando a agir naquele momento.

2)    PROMETA APENAS O QUE PODE CUMPRIR. Jamais quebre uma promessa ou um compromisso firmado com o seu filho. Perder a confiança do seu filho poderá ser muito prejudicial. A confiança é a base da de qualquer relação sadia. Jamais prometa o que não poderá cumprir.

3)     SEJA COERENTE. É fundamental que os pais tenham um bom alinhamento nas decisões em relação aos filhos. É preciso ter o mesmo discurso. Os pais deverão conversar antes e definir uma linha de ação e estarem de acordo com as mesmas regras e opiniões. Ambos deverão ter a mesma autoridade e respeito frente aos filhos.

4)    COLOCAR LIMITES: Educar não é permitir tudo. Entretanto é importante colocar limites saudáveis e que tenham condições de serem respeitados. Quando não existem parâmetros, as crianças poderão ter muitas dificuldades no futuro, principalmente quando começarem a conviver socialmente. Quando se impõe regras e limites é fundamental sustentar e se manter firme na decisão. Dessa forma a criança ficará mais segura.



5)    PARTICIPE DA VIDA DE SEU FILHO! Parece óbvio, mas infelizmente, no momento atual, muitos pais em decorrência da rotina intensa ou outros motivos, acabam se afastando dos seus filhos. É muito importante acompanhar a rotina do filho e todos os dias perguntar como foi o dia na escola, o que aprenderam e os fatos mais importantes. Mesmo não estando fisicamente presente, a tecnologia e o fácil acesso a comunicação poderão ajudar. E quando estiver em casa, separe um tempo para dar atenção e brincar com o seu filho e demonstre o seu afeto por ele. É muito saudável abraçar e beijar os filhos, independentemente da idade dele que eles estão. Lembre-se que o mais importante não é a quantidade de tempo e sim a qualidade de tempo que você terá com ele.

E para finalizar, abaixo segue um vídeo que acredito ser um dos alicerces de uma boa educação, afinal seu filho não vê o que você fala, ele vê o que você faz! 


Um abraço,
Milene Rosenthal


domingo, 24 de novembro de 2013

Business Moderno: Você já conhece toda a família B2?

Descobri esses dias outra característica fundamental para a sobrevivência do profissional moderno: a MEMÓRIA!!
Você já parou para pensar sobre a quantidade de informações que temos que decorar hoje em dia? Quantas senhas você precisa memorizar para realizar as suas transações eletrônicas diárias? Realmente é massante! Já tive situações de muito stress por digitar senhas erradas ou por não conseguir lembrar delas no momento que eu precisava..

E agora a novidade são as siglas americanas, as chamadas B2 ( business to.) que vieram para facilitar a comunicação na área negócios voltado as transações de e-commerce. Quê? Eu disse facilitar? Seria uma verdade se ficasse apenas no famoso termo B2B que a grande maioria já conhece...Porém tive uma agradável surpresa após uma básica pesquisa... Descobri que eu estava totalmente por fora de tudo isso, e que eu já havia perdido o bonde há muito tempo.. E se você também já perdeu esse bonde, te convido a conhecer essa sopa de letrinhas. Caso não consiga decorar, pelo menos vai ter uma idéia do que as pessoas estão falando, e quando o tema aparecer, não vai ficar com aquela cara de "hã"....

A2A (Administration to Administration)
As transações ocorrem entre empresas públicas, e empresas controladas pelo governo. Exemplo: são transferências de informações, fundos, valores monetários, etc...

B2B (Business to Business)
São as soluções que permitem a transação comercial de bens e serviços, onde uma empresa vende para outra empresa. É a sigla mais famosa e acaba representado todos as outras quando generalizada.

B2C (Business to Consumer)
Esse é o mais comum de todos, pois este é comércio entre a empresa e o consumidor comum. Ex. Amazon.com., Americanas.com

B2C2 ( Business to Communities)
Esse tipo de transação envolve diretamente as comunidades específicas e as empresas. Esse é o comércio que mais cresce no mundo virtual, entretanto as empresas ainda não sabem como podem aproveitar de forma efetiva o potencial deste mercado, afinal essas redes sociais são criadas com o objetivo de trocar conhecimento, informações e principalmente reunir pessoas com as mesmas características, necessidades e/ou anseios. Por isso fazer negócio com esse tipo de grupo ainda é muito complicado, pois as pessoas não entram em redes sociais para fazer negócios e sim para se relacionar.

C2C (Consumer to Consumer)

Esse tipo de transação entre consumidores está associado a transação direta, com o auxílio (ou intermediação) de alguma empresa. Um exemplo clássico desse tipo de transação são os leilões online, como mercadolivre.com.br. Os leilões virtuais funcionam da seguinte forma: o consumidor coloca o seu produto para venda com um valor mínimo, e outros consumidores dão ofertas maiores para aquele produto. Quem dar o maior lance, num prazo determinado, leva o produto.

B2E (Business to Employee)
Está relacionado aos portais (intranets) que atendem aos colaboradores da empresa, com o objetivo de ser uma área central de relacionamento. Tipicamente as empresas usam essa rede para automatizar alguns processos internos. As aplicações de B2E incluem:
-Gerenciamento online das políticas de RH
-Disseminação da comunicação pela empresa
-Requisição de material online
-Inscrições para treinamentos, processos seletivos, etc..

G2C (Government to Citizen) ou literalmente, do governo para o Cidadão, é uma relação comercial pela internet entre governo (estadual, federal ou municipal) e consumidores. Exemplos: o pagamento via Internet de impostos, multas e tarifas públicas

G2B (Government to Business)

É a relação de negócios pela internet entre governo e empresas. Por exemplo: as compras pelo Estado através da internet por meio de pregões e licitações, tomada de preços, etc. Os exemplos comuns são licitações e compras de fornecedores. Essa categoria cobre todas as transações entre as companhias e organizações governamentais. Esta categoria está bem no início mas pode expandir-se rapidamente à medida que os governos usarem suas próprias operações para despertar a atenção e o crescimento do comércio eletrônico.

E se esqueci de mais algum , por favor, não esqueça de me avisar!

Um abraço,

Milene Rosenthal


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Psicologia Online - Agora o Divã cabe no seu computador


PROGRAMA CLIQUE E LIGUE SOBRE PSICOLOGIA ONLINE - PARTICIPAÇÃO DE MILENE ROSENTHAL, CONFIRA!

O Conselho Federal de Psicologia divulgou em junho deste ano uma nova resolução que permite o apoio às terapias presencias e autoriza o uso da terapia online em casos de pesquisa científica. Será que o Divã virtual irá em breve substituir a consulta presencial ? Bem vindo a nossa sessão, acomode-se , abra seu coração e sua conexão Clique Ligue exibido em 04/12/2012 




quinta-feira, 22 de março de 2012

'Psicólogo a um clique' ajuda via internet quem está sem tempo de ir ao consultório

27/02/2012 - 06h05 / Atualizada 27/02/2012 - 13h54


Ana Ikeda
Do UOL, em São Paulo
Comentários15
  • Na orientação psicológica via internet, profissionais da área atendem queixas pontuais do paciente e dão apoio sobre questões emocionais
    Na orientação psicológica via internet, profissionais da área atendem queixas pontuais do paciente e dão apoio sobre questões emocionais
Com uma mistura crescente entre a nossa vida offline – a das interações no mundo real – com a online, é de se esperar que uma gama cada vez maior de serviços que antes só eram prestados presencialmente também siga o mesmo rumo. Um deles é o de orientação psicológica ou o “psicólogo a um clique”, que pode auxiliar quem está passando por algum problema emocional e não tem tempo (ou é tímido) para uma consulta “ao vivo”. Acompanhe a seguir os prós e contras do serviço e como ele funciona.
Antes de tudo, alertam os especialistas, é preciso diferenciar a orientação psicológica (permitida via internet) da psicoterapia (que só pode ser feito via internet em caráter experimental e se atender uma série de regras).
Uma resolução de agosto de 2005 do Conselho Federal de Psicologia estabelece uma série de normas para o atendimento online: a cobrança de honorários, por exemplo, só é permitida no primeiro caso, em que o psicólogo ouve uma queixa pontual do paciente, dá apoio e orienta a pessoa sobre questões emocionais.
É comum que os psicólogos ofereçam, no máximo, dez sessões de orientação, e encaminhem o paciente para terapia presencial, atingido esse limite. Quem procura esse tipo de atendimento deve ficar atento para que o site do profissional apresente o regulamento da orientação via internet, além de apresentar o selo do Conselho Federal de Psicologia e o atendimento às suas regras.
No segundo caso, de acordo com o conselho federal, a chamada psicoterapia "online” não é uma prática reconhecida pela Psicologia e, portanto, não pode ter a cobrança de honorários. Ela só pode ser realizada caso faça parte de um projeto de pesquisa, conforme critérios dispostos na Resolução 196/96, do Conselho Nacional de Saúde (CNS). Além disso, o protocolo de pesquisa deve ser aprovado por Comitê de Ética da área reconhecido pelo CNS.

Como funciona

A orientação psicológica pela internet, explica Katty Zúñiga, terapeuta do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática (NPPI) da PUC-SP, atende principalmente pessoas que não têm acesso a uma consulta presencial, seja por distância, timidez, questões financeiras ou comodidade.
Desde 1997 o NPPI oferece, por e-mail e gratuitamente, esse atendimento “remoto”. Uma equipe composta por 13 psicólogos faz semanalmente cerca de 20 orientações por e-mail. No máximo, são realizadas entre oito e dez trocas de e-mails, com respostas a questões pontuais e o encaminhamento para o atendimento presencial.
Outro serviço, porém pago, é o do PsicoLink. Pelo site, criado há um ano, a pessoa faz um cadastro e adquire créditos para comprar as sessões de orientação online, que ocorre por uma ferramenta de bate-papo ou videochat – ambos dispensam a instalação de softwares no computador do usuário. Cada sessão dura, no máximo, 50 minutos e custa R$ 65. O número máximo de sessões é dez e são atendidas apenas pessoas maiores de 18 anos.
“Queremos aproximar o psicólogo da população, além de preparar o próprio profissional para a era digital, já que a internet é cada vez mais usada como uma ferramenta de comunicação”, diz Milene Rosenthal, sócia-fundadora e psicóloga do PsicoLink. Milene frisa ainda que o serviço não tem o objetivo de substituir a terapia, porque não tem esse nível de aprofundamento.

Quem procura a orientação

O caso do desenvolvedor Martin Schwans, 23, mostra que o serviço de orientação psicológica pela internet ainda não é muito conhecido.
“Fiz uma pesquisa na internet e, sem querer, achei o PsicoLink. Fiquei curioso para ver como funcionava e achei a proposta diferente”, relembra.  Ele nunca havia feito uma consulta com psicólogos até então.
  • Arquivo pessoal
    "Muitas vezes a pessoa simplesmente não tem com quem falar e desabafar", explica Milene Rosenthal, sócia-fundadora e psicóloga do PsicoLink
“À primeira vista, as pessoas podem achar estranho e um pouco frio por não ter contato com o psicólogo presencialmente. Mas ajuda se você está com algum problema no trabalho ou em casa, quer esclarecer essa angústia e desabafar”, exemplifica Schwans.
Para o jovem, a internet tem a vantagem de pôr a pessoa em contato aos poucos com o mundo da psicologia. “A gente acha que nunca precisa de psicólogo, que é besteira. Esse serviço é interessante para quem tem resistência em ir falar com um psicólogo”, diz.
No entanto, a ausência do “olho no olho” ainda é uma desvantagem, considera Schwans, mesmo quando a orientação é feita via webcam. “Falta um pouco de interação visual”, conclui.

Casos variados

A terapeuta do NPPI afirma que o núcleo recebe as queixas mais variadas de internautas. “Mas os assuntos mais frequentes são os relacionados com tecnologia, relacionamentos, uso compulsivo de computadores ou games, depressão e bullying”, detalha.
No PsicoLink, comenta Milene, os atendimentos também são variados. Um deles foi o de uma idosa que sofria de síndrome do pânico e não saia de casa há semanas: a sobrinha dela foi quem encontrou o site e a ajudou a realizar a sessão online. “Ela não conseguia tirar a tia de dentro de casa, nem sabia qual era o problema pela qual a paciente estava passando. Ajudamos a identificar que poderia se tratar de síndrome do pânico e a orientamos”, explica a psicóloga.
Milene afirma também que muitas vezes a pessoa simplesmente não tem com quem falar  e desabafar sobre questões emocionais comuns. “Atendi uma mulher que havia terminado um noivado e estava sofrendo. Nessa hora, acolhemos esse sofrimento, tentamos mostra o lado positivo do término de um relacionamento. Para essas pessoas, só por ter alguém com quem falar já é um alívio.”

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

PSICOLINK no Olhar Digital da Rede TV

Assista e conheça mais sobre a Orientação Psicológica Online


segunda-feira, 18 de julho de 2011

Não se preocupe. Essa criança não é um E.T.!

                                           
Eu estava esperando a minha filha na garagem da escola e ao meu lado estavam dois meninos brincando com figurinhas. O meu celular estava no meu colo e um deles olhou para mim e disse: “Moça, esse celular é igual ao do meu pai. É um SAMSUNG GT-B7320 né?” Pensei, esse "moleque" tá brincando comigo... Procurei o modelo no celular e nada estava escrito, e então eu disse que “achava que era”. Afinal, tenho esse celular há quase 1 ano e como não saber o modelo!! Básico não?(O pior não é isso...Assim que cheguei em casa, busquei na Internet o modelo do meu Samsung e era isso mesmo.) Na seqüência, ele disse: “ Eu já sei mexer direitinho nele! Posso ligar para o meu pai?” E ao questioná-lo sobre o motivo da ligação, ele disse que estava preocupado, pois queria saber se o pai estava a caminho da escola. Eu autorizei e ele fez a ligação. Porém, como ficou a mensagem de “Discando”, ele falou: “ Estou indo lá fora, o sinal aqui está ruim, pois como estamos no subsolo, a freqüência da antena não chega até nós...” Fui com ele lá fora, e ele conseguiu realizar a ligação. O pai, disse que já estava chegando. Ele me devolveu o celular, agradeceu, e continuou brincando... E eu, fiquei ali, observando e pensando...

Cheguei a conclusão que realmente algo está muito diferente e fiquei com um sentimento estranho. Pensei na Geração Y, yottabites, blá, blá... Fui longe... E no fundo, percebi que, aquele menino de apenas 8 anos me ensinou algo que eu não sabia. Concordo que saber o modelo do meu celular é um informação altamente desnecessária para minha vida, meu trabalho... Mas a questão é outra! Um garoto de apenas 8 anos me ENSINOU algo! E depois de perceber algo que parece tão óbvio, tive um insight e entendi o porquê do sentimento estranho...Hoje, seja nas empresas, na vida pessoal, temos um modelo de que as pessoas mais velhas (teoricamente) são as que ensinam e as mais novas aprendem. Certo? Errado! Essa “regra” claramente não se aplica mais. O que temos hoje são gerações diferentes, com educações diferentes e com comportamentos diferentes... Claro, isentando questões mais éticas e culturais, em muitos momentos não podemos mais definir algumas questões como certo ou errado para esta geração, e sim, precisamos obrigatoriamente dar sentido e valorizar as diferenças. Acredito que a nova geração está muito, mas muito avançada frente as gerações passadas e por este motivo as diferenças ficam mais relevantes.

Não tenho dúvida de que, o melhor dos mundos, é promover uma aliança e conexão entre as gerações antigas e mais novas, onde cada uma poderá oferecer o que há de melhor... Podar a criatividade, a motivação, e a necessidade que as crianças e adolescentes tem de entender e buscar o mundo é o pior crime que podemos cometer! É a mesma coisa que pintarmos um arco-íris de preto e branco.
 Depois dessa experiência, a ficha caiu. Algo me mobilizou e me fez revisar algumas crenças e percebi que apesar de ter muito que ensinar para a próxima geração, também aprendo e aprenderei muito com eles. Para muitos parece assustador, mas acredito que seja mais medo do desconhecido e da alta capacidade de desenvolvimento e raciocínio que essa nova geração tem. Não sabemos aonde vamos parar. Hoje está muito difícil mensurar, colocar limites... A cada momento tudo é superado e sempre temos novidades. Mal acostumamos com o iPad e já vem o 2, 3 e assim vai... E quem está atrás de toda essa transformação e avanços? São exatamente essas crianças e jovens que convivemos diariamente, e cá entre nós, que energia e sede de aprender, não?

Por isto, se você pertence a uma geração “mais antiga”, deixe seus medos e defesas de lado, e mergulhe nesta nova geração, pois tenha certeza de que ambos irão se beneficiar... Você com esse novo aprendizado e “eles” com a sua experiência de vida... Então, quando receber uma boa resposta de alguém com 6, 7, 8 anos, não olhe para esse ser como se ele fosse um Extraterrestre! Encare com naturalidade todo esse super desenvolvimento e dê boas vindas a este novo conhecimento em sua vida.
Um abraço,
Milene Rosenthal