sexta-feira, 26 de junho de 2009

E os ídolos da Geração X estão indo embora....

Realmente não aprecio movimentos muito emotivos e de exagero frente a morte de pessoas famosas, afinal a grande maioria nunca conheceu de perto essas pessoas...mas tenho que concordar que esses "ídolos" exerceram um papel fundamental e conseguiram com seu talento entrar dentro do mundo mágico de muitas pessoas... levaram um pouco do sonho, da melodia, da emoção, da alegria que às vezes é tão difícil encontrar no dia-a-dia... muitos cidadãos comuns encontraram nestes personagens da vida um momento único e de magia....e de muita esperança!

E hoje me deparo com duas perdas importantes.... um marco na história da música e a perda da "Pantera"que mais gostava e imitava na minha infância...

E a grande verdade é que meus ídolos estão começando a ir embora...

Bom momento de reflexão, pois estes são os ídolos da minha geração...geração que um dia terá que se despedir também...

Thriller ( a minha preferida)...


Hey Charlie!



Bons tempos...

Não perdia um capítulo!


Um abraço,

Milene Rosenthal


sábado, 20 de junho de 2009

SEXTING: uma brincadeira juvenil ou pornografia infantil?

Sexting, para quem não conhece, é o envio por celular de imagens de si mesmo nu, seminu ou em ação sexual, que nada mais é a junção de "sex" mais "texting", verbo para o envio de SMS (mensagem de texto). Esta prática está em alta entre os jovens brasileiros, onde em questão de segundos imagens são enviadas e distribuídas a dezenas de pessoas, que normalmente são jovens e estudam na mesma escola. E ao perguntar de quem receberam as fotos, ops! Não sei!
Segundo a revista Época, uma pesquisa publicada em dezembro passado comprova que, nos EUA, o sexting é mais comum do que imaginavam os pais. Segundo o estudo, um em cada cinco jovens americanos com idade entre 13 e 19 anos já enviou pelo celular algum tipo de foto ou vídeo de si mesmo nu ou seminu. Para chegar ao resultado, a organização não governamental National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy (Campanha Nacional para Prevenção dos Jovens e Gravidez Não Planejada) ouviu 1.280 adolescentes americanos entre 13 e 26 anos. Entre os jovens de 20 a 26 anos, o fenômeno é ainda mais comum: um terço dos entrevistados declarou já ter praticado o sexting. As histórias nem sempre têm desfecho inocente – a brincadeira que costuma oscilar entre a travessura e a pornografia está virando um problema para pais e os próprios adolescentes.

Em julho do ano passado, uma adolescente americana se suicidou depois de um escândalo de sexting. Jessica Logan, então com 18 anos, queria presentear o namorado. Fotografou-se sem roupa e enviou pelo celular as imagens para o garoto. Quando o relacionamento de dois meses terminou, o jovem não hesitou em compartilhar as imagens da ex-namorada, uma líder de torcida loira, extrovertida e atraente, com os amigos de seu colégio, na cidade de Cincinnati. Em pouco tempo, a foto de Jessica percorreu sete colégios. A garota não aguentou as provocações. Chamada de “piranha” e “vagabunda”, entrou em depressão e começou a faltar às aulas. Até que se enforcou.
O que falam os especialistas
(Fonte: Folha de SP)

Peter Cumming, um professor da Universidade York, em Toronto, apresentou um relatório sobre a sexualidade de crianças durante o 78º Congresso de Ciências Humanas e Sociais, defendendo a prática como uma variação moderna de "brincar de médico ou jogo da garrafa". "A tecnologia apenas muda as coisas, e isso não deve ter consequências mais graves", disse Cumming.

"Mas isso obscurece o fato de que as crianças e os jovens são seres sexuais, que têm explorado a sua sexualidade em todos os tempos, e todas as culturas e todos os lugares. A distinção tem de ser feita entre nudez e pornografia infantil", acrescentou. A conferência anual, que ocorreu na Universidade Carleton, em Ottawa (Canadá), reuniu 8.000 pesquisadores do mundo todo para discutir as últimas tendências sociais.

Cumming disse que considerar o sexting como uma transgressão sexual passível de acusações - algo que rotulará o indivíduo pelo resto da sua vida- é um desafio para o bom senso. "Seria muito improvável ver dezenas de notícias anunciando que algumas crianças foram detidas por brincar com o jogo da garrafa, ou de médico, ou de 'strip-poker'", disse ele na sua apresentação.

"No entanto, muitos dos casos apresentados estão no mesmo nível de inocência e da experiência que essas atividades. Em outras palavras, as crianças estão brincando com o jogo da garrafa on-line". Cumming também argumentou que as trocas de fotos on-line são mais seguras que os jogos sexuais tradicionais, porque não há contato físico imediato e, portanto, são menos suscetíveis à gravidez ou às doenças sexualmente transmissíveis.

Este é um movimento que está crescendo, e as escolas e organizações que lidam com os jovens precisam antes de monitorar, orientá-los sobre as conseqüências dessas ações.

E para finalizar, fico muito feliz em ver a capacidade criativa dos nossos jovens...falta apenas um bom ( e pesado) direcionamento dessa energia!

Um abraço,
Milene Rosenthal

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Qual a personalidade que você demonstra ter quando entra no Elevador?

Um dia desses entrei no elevador e logo em seguida ele parou em outro andar e entrou uma moça. Eu, como de costume, olhei para ela pronta para dizer “bom dia!”, e para minha frustração ela continuou com a cabeça baixa. Resumindo, fui totalmente ignorada, e ficou claro para mim que ela não não fazia a mínima questão de ter um contato social. E com certeza você já deve ter passado por alguma situação similar. Após esse episódio, comecei a prestar atenção no comportamento das pessoas ao entrar no elevador, e percebi que apesar de ser um pequeno espaço de tempo é possível tirar algumas conclusões.

Trabalho no mesmo prédio há alguns anos, e há pessoas que cruzo no elevador com muita frequência, e claro, não sei o nome de pelo menos 99% das pessoas que encontro. Porém, de alguma delas sei o andar, e em consequência a empresa que trabalham. Mas não é só isso. Acredito que para chegar pelo menos a uma conclusão sobre a personalidade de alguém, é necessário ter muita cautela, afinal o ser humano é complexo e as aparências enganam... Observe como as pessoas agem diferente uma das outras. É perceptível o quanto as atitudes são diferentes, e o quanto a comunicação não verbal predomina. Dependendo do tipo da pessoa, a nossa “viagem”de um andar para outro pode demorar uma eternidade e em outros momentos pode ser muito rápida, inclusive pode até faltar tempo para completar uma conversa. Tudo irá depender de quem iremos cruzar.

A boa educação diz que quem entra no elevador deve cumprimentar com pelo menos um bom dia, boa tarde ou boa noite. E claro, quem está dentro, deve responder. Mas você já observou como há shows frequentes de grosseria e mau humor? Não consigo entender como há pessoas que conseguem entrar no elevador, e nem ao menos olhar para as pessoas e saudar com um simples olá! Há pessoas que nos fazem sentir um fantasma, como nós não existíssemos naquele momento!

Ao ficar intrigada com este tema, iniciei uma pesquisa. E pasmem! Tive uma surpresa! Há vários estudos de importantes Universidades sobre essa questão, onde já existem algumas conclusões. Isso quer dizer que, provavelmente, esta questão intrigou mais pessoas...

Por ser um espaço pequeno, o elevador faz com que as pessoas, de certa forma, sejam invadidas no seu espaço mínimo de distanciamento, e assim perdem uma parte do seu território seguro.

Segundo a revista Mente e Cérebro, elevador é o meio de transporte mais usado nas grandes
cidades, e em São Paulo estima-se que existam mais de 270 mil unidades. Em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos foram usadas câmeras de vigilância em 15 edifícios públicos. A idéia era identificar e quantificar comportamentos típicos adotados no meio de transporte, a começar pela posição escolhida no interior da cabine. A posição preferida por 47% das pessoas, quase dois terços das quais do sexo masculino, é aquela próxima à parede oposta à porta, ou no máximo ao centro. Não por acaso, é uma localização que permite manter sob controle todo o espaço visual.

Cerca de 30% dos passageiros solitários, com predomínio do sexo masculino, se colocam diante da porta. Manifestam certa impaciência e parecem não ver a hora de sair. Os ingleses os chamam de front runners: muitas dessas pessoas mantêm o nariz a menos de 20 cm da porta, de forma que possam sair assim que ela começa a se abrir. Os 24% restantes se posicionam mais ou menos igualmente à esquerda ou à direita da porta, com ligeira preferência pelo lado em que se encontra o painel.

Ainda segundo a revista Mente e Cérebro, é possível distinguir, embora de maneira superficial, três tipos básicos de usuários de elevador: o extrovertido (que em geral inicia conversas), o introvertido (que habitualmente fala somente quando lhe é solicitado) e o auto-suficiente (que, com gestos de restrição, explicitam insegurança ou desprezo em relação a si e aos demais).

Para fugir do desconforto da convivência forçada, é comum que as pessoas adotem diferentes posturas, nem sempre condizentes com seu comportamento usual. Vejam alguns desses tipos que surgem entre um andar e outro:

Intrometido – Falador e, em geral, indiscreto, sente-se no dever de conversar com todos, falando interminavelmente até o elevador se esvaziar.

Observador – Olha as pessoas da cabeça aos pés, observando detalhes da roupa ou características físicas; não fala, parece não exprimir nenhuma emoção e fica atento mesmo que o elevador esteja vazio.

Arrogante – Na maioria das vezes vestido de forma impecável, olha os outros com desprezo ou auto-suficiência e, em geral, é um front runner. Não raro, assume tal atitude por puro mal-estar causado pela proximidade alheia. Costuma sacar o celular assim que a porta abre.

Intratável – Faz de tudo para evitar qualquer contato, físico ou verbal. Se o elevador está ocupado, hesita entre entrar, usar a escada ou esperar a próxima viagem. Se alguém tenta romper o silêncio, fica quieto, olhando para frente.

Vaidoso – Busca imediatamente um espelho e, na falta deste, usa a superfície metálica que reflete sua imagem para ajeitar roupas, cabelos e sobrancelhas.Inseguro – Mostra-se hesitante, atrapalha-se com o andar. Solicita as mais diversas informações.

Apesar de buscar entender essa dinâmica é muito nítido o quanto ficamos indefesos quando aquela portinha metálica fecha. É muito interessante, pois ficamos ligeiramente incomodados...E cada um irá reagir de forma diferente...

E para aqueles que se sentem muito incomodados, e lêem pelo menos 50 vezes a quantidade máxima de lotação até chegar ao seu destino, a propaganda eletrônica é um grande alívio! Ufa!

Um abraço,
Milene Rosenthal

P.S. E falando em elevador não tinha como não lembrar...As fotos que ilustraram este post são de uma atração da MGM Disney Studios que é uma viagem nada tradicional dentro de um elevador....É muito bom! Caso tenha oportunidade, não deixe de ir, e para quem já foi segue um vídeo com atração para matar a saudade...

Enjoy!